domingo, 23 de dezembro de 2012

Sucesso do Carnaval UBM

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primeira edição do Carnaval foi em Abril de . Neste mês (Dez ), estamos na edição. De lá para cá, foram participações, com uma média de por edição, oriundas de blogs filiados.

A agradece a todos que participaram com seus inestimáveis artigos e que continuem da mesma forma em .

Todos sabemos como é gratificante ter o seu artigo preferido apreciado e criticado positivamente ou até mesmo negativamente (mas construtivamente ) por intermédio de comentários. Além disso, se os comentários contiverem sugestões, solicitações de esclarecimentos  e experiências dos leitores, também são muito bem vindos. Em relação a isto, o Carnaval traz novidades em

Em caráter experimental e não-obrigatório, os blogs participantes ficam, desde já, cientes da seguinte regra: 


1) Os artigos serão postados em ordem aleatória e não mais por ordem de chegada;

2) O autor do primeiro artigo comentará o último;

3) O autor do segundo comentará o anterior e assim por diante;

4) Após isso,  os blogs ficam livres, se assim o quiserem, para fazerem quaisquer outros comentários em quaisquer artigos de sua escolha;

5) Lembrem-se que seu artigo tem a possibilidade de receber, no mínimo, um comentário.

Filie seu blog na ( ver estatuto), envie um dos melhores artigos de sua preferência até o dia de Janeiro de para ubmath@ymail.com.  


 
A equipe da deseja a todos um 



FELIZ NATAL

E

PRÓSPERO ANO NOVO!



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sábado, 15 de dezembro de 2012

Carnaval da Matemática da UBM Nº #21

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Nesta vigésima primeira edição do Carnaval da Matemática da UBM, publicada em 15 de Dezembro de 2012, apresentamos as sinopses dos artigos enviados pelos autores dos 5 blogs participantes. As sinopses estão ordenadas por data de envio. 

Autor: Aloisio Teixeira
Teorema. Seja um ponto [;P;] interior de um polígono regular de [;n;] lados. Considere os [;n;] segmentos [;PB;], [;PC;] , [;PD;],...,[;P_nZ;] que se originam de [;P;] e são perpendiculares a cada lado do polígono. Então a soma destes segmentos é [;n;] vezes a apótema [;OA;]

Autor: Francisco Valdir

Era uma vista de aspecto estranho de um universo curvo, fechado, denso e composto de três camadas concêntricas e ( texturas e/ou fases distintas????) onde havia corpos eletricamente energizados interativos e a maioria deles de mobilidade reduzida, pois a gravidade comum (ou força de coesão????Estariam ligados entre si... constituindo uma rede????) parecia atuar de forma diferente da habitual, porém, a comunicabilidade entre eles, era fantasticamente rapidíssima.

Autor: João Elias F.S. Rodrigues



Uma bola de massa m é lançada verticalmente para cima a partir da superfície da Terra com uma velocidade inicial positiva. As forças que atuam na bola são: a força da gravidade e a resistência do ar. Resolver se é mais rápido para a bola subir ou descer.
Em casos particulares, quando o módulo da velocidade não apresenta grandes variações, podemos modelar a expressão da resistência do ar a partir de uma lei de potência, a saber: 

Autor: Kleber Kilhian

As bolsas de valores são instituições, conhecidas como mercado financeiro, onde são negociados instrumentos financeiros. É por meio delas que investidores compram e vendem ações de companhias de capital aberto, formadas por sociedade anônima.Cada um dos investidores em ações de determinada companhia passa a deter os direitos e as obrigações referentes ao percentual correspondente ao valor das ações sob sua posse.


René Descartes
Blog: Fatos Matemáticos
Autor: Prof. Paulo Sérgio

Podemos afirmar que a Filosofia Moderna começou em 1637 com a publicação da obra Discurso Sobre o Método Para Bem Conduzir a Razão do francês René Descartes. O pensamento crítico de Descartes contribuiu para o desenvolvimento da Filosofia e da Matemática do século XVII. A sua invenção da Geometria Analítica fornecerá as bases para o Cálculo e toda matemática moderna. Saibam mais sobre este grande homem que revolucinou o mundo com suas ideias originais.

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domingo, 9 de dezembro de 2012

O Precário Ensino de Matemática no Brasil

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Recentemente foi publicado um estudo sobre o índice de qualidade elaborado pela empresa Pearson, de materiais e serviços educacionais. Esta pesquisa coloca o Brasil na penúltima posição da lista, atrás de nações como Colômbia, Tailândia e México. Apenas os estudantes da Indonésia perdem para os brasileiros. Foram avaliados 39 países mais a região de Hong Kong. Para saber mais sobre este estudo recomendo o artigo Educação: Brasil aparece em penúltimo no ranking mundial

Há quase 10 anos, o autor do artigo O drama do ensino de Matemática afirma que "resultados tão desastrosos mostram muito mais do que a má formação de uma geração de professores e estudantes: evidenciam o pouco valor dado ao conhecimento matemático e a ignorância em que se encontra a esmagadora maioria da população no que tange à matemática. Não é por acaso que o Brasil conta com enormes contingentes de pessoas privadas de cidadania por não entenderem fatos simples do seu próprio cotidiano, como juros, gráficos, etc. —os analfabetos numéricos".

"A enorme demanda por professores de matemática estimulou a proliferação de licenciaturas. Nas faculdades, há muita vaga e pouca qualidade, o que transforma as licenciaturas em cursos atraentes para os que desejam um diploma qualquer. Produz-se assim, um grande contingente de docentes mal formados ou desmotivados. Esse grupo atua também no ensino superior, sobretudo nas licenciaturas, criando um perverso círculo vicioso".



Tudo isto já era esperado devido a conjunção de vários fatores, tais como, a falta de investimentos na Educação, a falta de professores qualificados, cursos de má qualidade, políticas pedagógicas equivocadas, livros de baixa qualidade cujos autores e editoras visam apenas o lucro, deixando de lado, o principal, que é ensinar os alunos a pensar. Além de tudo isso, temos também um movimento apoiado por diretores, secretarias de ensino e por alguns pais de alunos que chama-se pressão par dar nota azul. A imagem abaixo explica de forma bem humorada o que eu quero dizer. 

Outro trecho do artigo O Drama do Ensino de Matemática, o autor sabiamente comenta que "nos últimos 30 anos, implementou-se no Brasil a política da supervalorização de métodos pedagógicos em detrimento do conteúdo matemático na formação dos professores. Comprovamos, agora, os efeitos danosos dessa política sobre boa parte dos nossos professores. Comprovamos, agora, os efeitos danosos dessa política sobre boa parte dos nossos professores. Sem entender o conteúdo do que lecionam, procuram facilitar o aprendizado utilizando técnicas pedagógicas e modismos de mérito questionável".

No post, A Matemática é o Problema do blog Fatos Matemáticos, temos uma frase muito interessante da pesquisadora do IMPA, Suely Druck. Segundo ela, a matemática é sequencial, se não aprende a somar, não aprende a multiplicar. Se não aprende a multiplicar, não aprende a dividir... Deste modo, a Matemática é uma grande teia com várias nós interligados entre si.

Atualmente, o que vemos na licenciaturas, são alunos que estão no último semestre com dificuldades em somar frações, resolver problemas algébricos simples, regra de três e porcentagem. O paradoxo disso tudo é que eles irão obter seus títulos e levarão consigo todas as suas dificuldades e carências para a sala da aula. Na verdade, estes alunos que estão atualmente nas universidades são produtos de professores com pouco conhecimento. 

Um estudo de 2010 do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrou que, se a economia do país crescer 3,5%  ao ano, a partir de 2015, nosso estoque de engenheiros não atenderá a demanda e a escassez será um grave problema. Basta lembrar que a formação de um bom profissional da engenharia deve conter boas disciplinas dadas por bons professores de Matemática, Física e Estatística.   

São várias medidas que podemos tomar para melhorar a qualidade dos futuros professores e engenheiros. Como não sou especialista da área, mas arrisco a dizer que um grande mal das universidades federais e estaduais está na estabilidade do emprego do professor, independente da qualidade de suas aulas ou da ausência de pesquisas. 
 
E por que muitos não se revoltam contra este sistema danoso?

A resposta é simples, o governo com o dinheiro do seu bolso recolhido através dos impostos é o maior empregador do país. É muito mais fácil fazer parte de uma estrutura grande e receber os benefícios dela, do que lutar contra ela. 

Caso queira mais sobre as mazelas de nossas universidades e das soluções a serem implantadas, recomendo que leia e divulgue os vários posts do blog do professor Adonai Santana da UFPR.
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