segunda-feira, 15 de abril de 2013

Carnaval da Matemática da UBM Nº #25

,

Nesta vigésima quinta edição do Carnaval da Matemática da UBMpublicada em 15 de Abril de 2013, apresentamos as sinopses dos artigos enviados pelos autores dos 8 blogs participantes.



Blog: Xarlles Blog
Autor: Charles L. de Bastos

Atendendo uma expectativa de aprendizagem da turma do 8º ano de matemática: "Seccionar figuras tridimensionais por um plano e analisar as figuras obtidas pelos seccionamentos", foi planejado o trabalho com figuras em slides (capturadas na web), softwares (Cabri Géomètre e GeoGebra) e desenhos 3D no quadro-giz. Foram duas aulas de explanação e posteriormente oficina para a manipulação dos softwares com organização de figuras 3D e seccionamentos, além de desenhos a mão de figuras 3D, seguindo algumas instruções.
Abaixo seguem algumas imagens:



Autor: Pedro Roberto e Caroline 

O objetivo desta postagem é apresentar um problema muito interessante no que diz respeito à variedade de soluções possíveis. O enunciado do problema é o seguinte:



Tome muitas varetas, tais quais a representada na figura 1, e comece a construir algumas estruturas quadriculadas tais quais as representadas na figura 2.


Origem e Expansão do Universo

Blog: Blog Pós Graduando em Física
Autor: João Elias F. S. Rodrigues

As perguntas básicas sobre a nossa origem e do planeta Terra remontam a eras primitivas, nas quais nossos ancestrais embriagavam-se em meio à vastidão do Universo observável. Estrelas, planetas, luas, cometas e meteoros eram as atrações do circo astronômico do céu noturno. Em meio ao conflito existencial do ser humano, a humanidade criou instituições metafísicas no afã de explicar nossas origens e nosso futuro. Desse tempo remoto e do ambiente arquetípico é que surgem os mitos e o conhecimento religioso, assim como a astronomia e a astrologia. São muitas evidências que elucidam a complexidade e o caráter do ser primitivo. Na Inglaterra, o monumento Stonehenge, suposta calculadora astronômica primitiva, data de 3.000 a.C. a 1500 a.C. As pirâmides de Gizé, enormes estruturas cujas faces estão orientadas para os pontos cardeais, enfatizam o enorme conhecimento dos egípcios antigos. No continente americano, pelo menos três grandes civilizações floresceram, cada uma a sua época, demostrando profundo conhecimento da matemática e da astronomia, a saber, os incas, os astecas e os maias.


A Função de Euler


Blog: Elementos
Autor: Aloísio Teixeira

Seja [;n \in \left{1,2,...,n,... \right};]. Chama-se função de Euler, indicador de [;n;] ou totalizador de [;n;], a função assim definida:

[;\varphi(n)=;] número de inteiros positivos menores ou iguais à [;n;] e que são primos com [;n;].

Ou seja, [;\varphi(n);] é o número de elementos do conjunto

[;\varphi = \left{ x \in \mathbb{N} \ | \ 1\leq x \leq n \ | \ mdc(x,n)=1 \right};]
 Também representa-se esta função por [;\phi(n);]. Eis seus primeiros valores:


Blog:  Matemágicas e Números
Autor: Francisco Valdir

DESCUBRA AS PALAVRAS MATEMÁGICAS PRONUNCIADAS PELO MAGO MERLIN!!!!!

No sudeste da Inglaterra, há alguns milhares de anos, a cerimônia montada para a inauguração do Templo de Stonehenge, só teve sucesso devido à providencial ajuda prestada pelo mago Merlin, que se fazia presente na ocasião e evitou um fiasco no ritual da festa, utilizando o seu vasto conhecimento matemágico!!!!

Foi assim: como a função maior do templo, seria a marcação da passagem do tempo, pois, ele era um calendário construído com pedras gigantescas e arrumadas em dois círculos concêntricos, então, em uma armação de moldura metálica flexível, foram fixadas e numeradas desde o número 1, uma após outra, 365 engrenagens ...


Blog:  Vivendo Entre Símbolos
Autor: Romirys Cavalcante


Você que é professor de matemática ou de alguma ciência exata (matemática, física, química) ou que já teve a oportunidade de ensinar matemática a um grupo de pessoas já deve ter feito ou fará essa pergunta alguma vez em sua vida: Por que é tão difícil ensinar matemática? 


Estamos em pleno século XXI, na chamada era da informação. As crianças de hoje nascem sabendo mexer em notebooks, computadores, tablets, iphones, celulares de ultima geração e mil e uma outras coisas bem mais complexas.


Blog: Fatos Matemáticos
Autor: Professor Paulo Sérgio

O produto misto tem seu destaque na Álgebra Vetorial devido a sua interpretação geométrica que está relacionado ao volume de paralelepípedo ou tetraedro determinado por [;3;] vetores. Neste post, veremos a sua definição, suas propriedades e aplicações.

Definição 1: Sejam os vetores [;\vec{u}=(x_1,y_1,z_1);], [;\vec{v} = (x_2,y_2,z_2);] e [;\vec{w} = (x_3,y_3,z_3);]. O produto misto desses vetores, tomados nesta ordem e denotado por [;(\vec{u},\vec{v},\vec{w});] é definido por  ...



Autor: Kleber Kilhian

Existem vários fatores evolutivos responsáveis por alterações nas frequências gênicas da população. Os principais fatores considerados pela teoria sintética da evolução são: mutação, permutação, migrações, seleção natural e deriva genética. 

Vamos primeiramente aprender a calcular as frequências gênicas e genotípicas das populações e depois analisar uma das maneiras pelas quais ocorre o processo de especiação. 

A composição genética de uma população pode ser conhecida calculando-se as frequências de genes e as frequências de genótipos nessa população. 

Vamos determinar como exemplo, a frequência gênica e a genotípica de uma população que apresenta as seguintes características:

Read more →

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Rendimento dos alunos de matemática piora entre o 5º e o 9º ano

,
O percentual de estudantes com rendimento adequado em matemática na rede pública do país cai ao longo dos anos do ensino fundamental, mostra estudo que comparou a evolução de alunos entre 2007 e 2011.
 

 A constatação é de levantamento inédito da ONG Todos pela Educação, que detalha a evolução do rendimento dos alunos de escolas públicas do país na Prova Brasil, exame do governo federal. 

O percentual de estudantes com rendimento adequado na disciplina de uma turma caiu de 22% no quinto ano, em 2007, para 12%, quando ela chegou ao último, em 2011. 

Ou seja, 88% deles não sabiam calcular porcentagens ou a área de uma figura plana ou mesmo ler informações em um gráfico de colunas. E levam essa defasagem para os ensinos médio e superior. 

Em língua portuguesa, o recuo entre as séries não foi tão intenso (26% para 23%). 


Uma das explicações mais citadas por especialistas é a falta de professores na área. É na etapa final do fundamental que os alunos passam a ter aulas com docentes especialistas nas matérias. 

"Um jovem com habilidade em matemática pode ter salários mais altos se for para engenharia, para bancos. Poucos querem lecionar", disse o professor Rogério Osvaldo Chaparin, do Centro de Aperfeiçoamento do Ensino da Matemática, da USP. 

No último levantamento federal, matemática apareceu como a área de maior deficit de professores (65 mil). 

Igor Willian, 17, ficou quase 2010 inteiro sem docente da disciplina, na zona leste da capital. "Até hoje tenho dificuldade com matemática, física e química, porque fiquei aquele ano no pátio." 

Ele recorreu ao Henfil, cursinho popular, para diminuir a defasagem. "Gostaria de fazer engenharia civil, mas tenho medo dos cálculos." 

Para a gerente da área técnica do Todos pela Educação, Alejandra Meraz Velasco, há dificuldades adicionais nos anos finais do fundamental. 

Uma delas é que os alunos são divididos entre municípios e Estados. "O final do fundamental fica num limbo, quase sem políticas para melhoria. E em matemática o problema fica mais evidente, porque há uma sequência difícil de recuperar depois", diz. 

Fonte: uol
Read more →